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Ótima resenha de Alexandre Wernerck sobre Descalço nos trópicos sobre pedras portuguesas. Íntegra por aqui. Trecho abaixo: 

“Ao iniciarmos a leitura de Descalço/nos/trópicos/sobre/pedras/portu/guesas — o título nos é apresentado em verso, em um movimento que parece sugerir mais do que um performatismo de design —, nos deparamos com uma descrição: um avião, uma mulher que dorme, uma turbulência, um idoso. Essa forma textual, que sempre impõe ao tempo certo congelamento — por sua vontade de apresentação de cenário —, é o dispositivo narrativo do mundo construído pelo poeta Thiago Camelo e dispõe sobre ele justamente uma infinidade de coisas: a partir daquele momento, assentos, roupas, aeromoças, carpetes, fones, ruídos de motor etc. vão se colocando — sendo colocados — de forma a contar: eles contam uma história, eles são levados em conta, eles prestam conta, eles contam com a leitura. A estrutura da dinâmica poética, em geral mais contemplativa, é aqui produzida por um tensionamento daquilo que podemos chamar intensividade: vemos alguns elementos do mundo serem capturados e, com uma lente de aumento, potencializados em sua capacidade de se mostrar determinante.”


  • Há 1 ano
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Sobre

aqui coloco anotações.
thiago camelo
tdscamelo@gmail.com
// descalço nos trópicos sobre pedras portuguesas é o meu terceiro livro. poesia, editora nós, 2017.
// a ilha é ela mesma é o meu segundo livro. poesia, moça editora, 2015.
// verão em botafogo é o meu primeiro livro. poesia, editora 7letras, 2010.
// silêncio é um livro-poema que escrevi para a coleção puxad_nho. pipoca press, 2016.
// a carne, as coisas é um conto que escrevi para a coleção megamíni. editora 7 letras, 2015.
// estuários - o projeto "estuários" nasceu há muito tempo, quando vi os primeiros filmes-diário, em especial jonas mekas, e intuí suas possibilidades. o youtube sempre me pareceu um manancial de filmes-diário crus, não editados nem imaginados como tal, mas com forças evidentes. sempre quis produzir para a internet, pensando a tela do computador como porto final das imagens. as imagens eu já tinha (venho filmando há anos), acho que precisava esperar que elas decantassem, um processo relacionado ao tempo e sobre o qual se tem pouco controle. creio que elas finalmente decantaram.
é "estuários" pelo tejo, por traduzir o encontro do rio com o mar, doce e sal, por ser um lugar de mistura e de vida, por se relacionar com o fluxo incoercível da água, do tempo e das imagens.
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